segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Verônica Costa, a Mãe Loira do Funk, está de volta

Fundadora da Furacão 2000 e uma das primeiras mulheres a se aventurar no funk, Verônica Costa, a Mãe Loira do Funk, está de volta à música.   Após passar por um período envolvida exclusivamente com sua carreira política, ela retorna ao estilo justamente em um momento no qual as mulheres ganharam protagonismo. Anitta, Ludmilla, Valesca, Lexa, Tati Zaqui, Carol e muitas outras estão mais em evidência que os homens, que no início do movimento dominavam o estilo.
Verônica Costa volta ao funk: 
Fundadora da Furacão 2000 e uma das primeiras mulheres a se aventurar no funk, Verônica Costa, a Mãe Loira do Funk, está de volta à música.

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Após passar por um período envolvida exclusivamente com sua carreira política, ela retorna ao estilo justamente em um momento no qual as mulheres ganharam protagonismo. Anitta, Ludmilla, Valesca, Lexa, Tati Zaqui, Carol e muitas outras estão mais em evidência que os homens, que no início do movimento dominavam o estilo.

Para Verônica, esse é um bom sinal e demonstra que o funk é menos misógino e preconceituoso do que 15 anos atrás, época em que a Furacão 2000 ganhou o Brasil com coletâneas que ficaram famosas entre adolescentes e crianças.

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Enfrentamos preconceito da mídia, dos políticos, repressão policial e muita violência dentro dos bailes também. Isso ainda existe, mas em quantidade bem menor. O funk não é mais um estilo que dialoga só com homens e pobres. Virou algo mais amplo.

"Hoje, o funk é uma música com aceitação e reconhecimento em várias esferas. Me sinto responsável por isso e vejo essas mulheres que brilham no estilo como minhas filhas. Tenho uma ponta de orgulho", complementa Verônica.

Para Verônica, esse é um bom sinal e demonstra que o funk é menos misógino e preconceituoso do que 15 anos atrás, época em que a Furacão 2000 ganhou o Brasil com coletâneas que ficaram famosas entre adolescentes e crianças.   Enfrentamos preconceito da mídia, dos políticos, repressão policial e muita violência dentro dos bailes também. Isso ainda existe, mas em quantidade bem menor. O funk não é mais um estilo que dialoga só com homens e pobres. Virou algo mais amplo.  "Hoje, o funk é uma música com aceitação e reconhecimento em várias esferas. Me sinto responsável por isso e vejo essas mulheres que brilham no estilo como minhas filhas. Tenho uma ponta de orgulho", complementa Verônica.
Verônica Costa volta ao funk
Nessa nova fase, a "mãe loira" do funkeiro Jonathan Costa (o Jonathan da nova geração), pretende dar sequência à carreira como cantora e apresentar um programa de rádio apenas com as novidades do estilo. Ela explica que seu retorno tem repercutido positivamente com os antigos admiradores da época da Furacão 2000 e também com uma geração mais nova, que "empinava pipa, jogava bola e levava esporro na escola" no início da década passada.

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Já gravei dois novos clipes que estão disponíveis no meu canal de YouTube. Mas não vou abandonar a luta pelos jovens. Minha atuação política continua com programas sociais e culturais nos morros.

Verônica recorda que no início da carreira foi responsável por dar oportunidade a crianças e adolescentes envolvidos com o crime, o tráfico e pertencentes a famílias com situações financeiras precárias. Entre as descobertas de Mãe Loira, estão Naldo Benny, Marcinho e Nego do Borel.

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Naldo era só um moleque da comunidade, assim como o Nego. Quando vejo essas histórias de sucesso, me sinto uma Chiquinha Gonzaga do funk. Ajudei muita gente a trocar um fuzil pelos palcos.

Nessa nova fase, a "mãe loira" do funkeiro Jonathan Costa (o Jonathan da nova geração), pretende dar sequência à carreira como cantora e apresentar um programa de rádio apenas com as novidades do estilo. Ela explica que seu retorno tem repercutido positivamente com os antigos admiradores da época da Furacão 2000 e também com uma geração mais nova, que "empinava pipa, jogava bola e levava esporro na escola" no início da década passada.   Já gravei dois novos clipes que estão disponíveis no meu canal de YouTube. Mas não vou abandonar a luta pelos jovens. Minha atuação política continua com programas sociais e culturais nos morros.  Verônica recorda que no início da carreira foi responsável por dar oportunidade a crianças e adolescentes envolvidos com o crime, o tráfico e pertencentes a famílias com situações financeiras precárias. Entre as descobertas de Mãe Loira, estão Naldo Benny, Marcinho e Nego do Borel.  Naldo era só um moleque da comunidade, assim como o Nego. Quando vejo essas histórias de sucesso, me sinto uma Chiquinha Gonzaga do funk. Ajudei muita gente a trocar um fuzil pelos palcos.
Verônica Costa volta ao funk
Embora já não integre mais o conselho administrativo da Furacão 2000, hoje gerenciada por Rômulo Costa, Verônica garante que nunca deixou de acompanhar o funk nos momentos dedicados à política. E, apesar de ela comemorar o sucesso atual do estilo, a Mãe Loira também reserva algumas críticas. Recentemente, funkeiros mirins foram alvos de uma investigação do Ministério Público de São Paulo por cantar letras inadequadas às suas idades. Sobre isso, Verônica, que sempre apoiou a presença de crianças no gênero, se posiciona de maneira contrária.

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As rádios e a mídia não deveria dar espaço para esses funkeiros. É muito baixo nível. Os pais precisam preservar mais seus filhos. Se for cantar funk, que seja como o Jonathan, que escolheu letras inocentes. Além disso, a Justiça também não pode proibir os bailes e o movimento cultural. As autoridades precisam ficar atentas para manter tudo na legalidade, como sempre deve ser.

Vereadora pelo PR e atuante na câmara há quatro mandatos, a funkeira tentou dar um passo maior em sua atuação política e se candidatou a deputada federal nas eleições de 2014. Embora tenha recebido 24 mil votos, não foi eleita. Esse resultado pode ter freado as intenções de voos maiores na política. Hoje, ela pretende finalizar seu mandato e não confirma se vai disputar as eleições do ano que vem, nem como candidata a vereadora e nem a Prefeita.

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Fonte: R7/ Pop
Créditos da imagens: Reprodução/ R7/ Pop

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1 Comentários :

  1. Vão me chamar de sexista, machista e o escambau mas, esse tipo de mulher, só quero única e exclusivamente para saciar meus mais primitivos e animalescos instintos sexuais. Apenas isso.

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